Família de George Michael nega ‘circunstâncias suspeitas’ em sua morte

A família do cantor George Michael, que morreu no domingo de Natal, aos 53 anos, negou nesta terça-feira (27), em comunicado, que existam “circunstâncias suspeitas” sobre seu falecimento.

“Ao contrário de algumas informações, não houve circunstâncias suspeitas em torno de sua morte. Do fundo de nossos corações, agradecemos a todos aqueles que, fazendo o correto, escolheram celebrar sua vida e legado neste momento desolador”, diz a nota divulgada por uma representante do músico britânico.

“A família e os amigos próximos de George apreciam, além de qualquer palavra, a incrível demonstração de amor em relação a ele que ocorreu nas horas e nos dias que se passaram desde sua morte”, afirma o comunicado.

A polícia britânica informou no domingo que a morte do artista está sendo tratada como “inexplicada”, embora “não suspeita”, e o agente do astro, Michael Lippman, contou ao portal da revista “Billboard” que ela se deve a uma insuficiência cardíaca.

O namorado do ícone pop, Fadi Fawaz, relatou hoje ao jornal britânico “The Telegraph” que encontrou George Michael sem vida na cama quando foi buscá-lo em sua casa na manhã de Natal: “Não sabemos o que aconteceu ainda”, declarou.

A publicação cita fontes ligadas ao cantor que disseram que o cantor consumia heroína e tinha sido hospitalizado em diversas ocasiões por overdose.

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